El Baile

Quando:
17 de Fevereiro, 2018@9:30 pm_11:00 pm
2018-02-17T21:30:00+00:00
2018-02-17T23:00:00+00:00
Onde:
Culturgest
R. Arco do Cego 50
1000-291 Lisboa
Portugal
Custo:
18€ · Jovens até 30 anos e desempregados: 5€
Contacto:
Culturgest
21 790 51 55
Conceito Mathilde Monnier e Alan Pauls Coreografia Mathilde Monnier Interpretação Martin Gil, Lucas Lagomarsino, Samanta Leder, Pablo Lugones, Ari Lutzker, Carmen Pereiro Numer, Valeria Polorena, Lucia Garcia Pulles, Celia Argüello Rena, Delfina Thiel, Florencia Vecino, Daniel Wendler Dramaturgia Véronique Timsit Cenografia e figurinos Annie Tolleter Criação de luz Eric Wurtz Criação de som Olivier Renouf
Aconselhamento musical
Sergio Pujol Músicas Charly Garcia, Virus, Sumo, Redonditos de Ricota, El Mato a un Policio Motorizado, Osvaldo Pugliese Excertos de cumbia argentina de Miss Bolivia, Pibes Chorros, Gilda, Damas Gratis, Kumbia Queers Coaching Treino de voz Barbara Togander, Daniel Wendler Assistência coreográfica Marie Bardet Ensaiadora (tabela) Corinne Garcia Colaboração artística Anne Fontanesi Difusão internacional Julie Le Gall – Bureau Cokot Produção e colaboração artística Nicolas Roux · Inspirado muito livremente em Le Bal (1981), ideia original e encenação de Jean-Claude Penchenat, criação coletiva do Théâtre du Campagnol Produção Le Quai Centre dramatique national Angers Pays de la Loire Coprodução Chaillot – Théâtre national de la danse / Festival Montpellier Danse 2017 / Théâtre de Namur / CTBA – Teatro San Martin – Buenos Aires / Théâtre-‑Sénart scène nationale / La Bâtie – Festival de Genève Apoio Direction Générale de la Création Artistique du Ministère français de la Culture Agradecimentos Lucie Haguenauer, Hélène Kelmachter, Cecilia Kuska, Evelyne Loew, Yann Lorvo, Jean-Claude Penchenat, Olivier Poubelle, Diana Theocharidis, Natalia Uccello
Estreia Le Quai, 13 de junho de 2017 e estará em digressão internacional na temporada de 2017-2018

Trinta e seis anos separam Le Bal de Jean-Claude Penchenat (uma peça criada em janeiro de 1981 com a companhia Théâtre du Campagnol; este espetáculo sem palavras tornou-se muito popular e esteve em digressão na Europa durante anos; além disso, Ettore Scola realizou um filme baseado neste projeto com a mesma companhia de teatro) e El Baile, o seu infiel descendente argentino. Apenas uma piscadela de olhos à Europa. Mas uma eternidade vertiginosa para a Argentina, que neste período passou por coisas por que outros países não passam nem num século: levantamentos militares, híper inflação, pilhagens, mudança abrupta de governos, crises terminais, ressurreições.

Na Argentina de El Baile passa-se tudo ao mesmo tempo durante todo o tempo. É tudo contemporâneo de tudo. Por isso coexistem músicas clássicas e sons atuais, últimos gritos pop e cantos marciais, canais de rádio e canções infantis, canções pimba e a poesia das zambas. Claro que a História está presente, mas da forma em que a podemos ver e sentir todos os dias nas ruas argentinas; em ruínas, como uma paisagem composta de todos os destroços que ficaram depois de a História ter explodido.

Mathilde Monnier e Alan Pauls

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