“The Future Body At Work” / “Peer Pleasure”

Quando:
13 de Agosto, 2018@6:30 pm_8:00 pm
2018-08-13T18:30:00+01:00
2018-08-13T20:00:00+01:00
Onde:
Espaço da Penha
Tv. Calado 26B
1170-068 Lisboa
Portugal
Custo:
Grátis
Contacto:
Espaço da Penha

Mostras informais/ Informal Presentations:

“The Future Body At Work”, by Frida Sandström and Kasia Wolińska. Curadoria/ Curatorship Sezen Tonguz. Residência Artística/ Artistic Residency Forum Dança.

“Peer Pleasure – uma performance imersiva com espelhos”, de Nicola Carter com Miguel Pereira. Residência Artística / Artistic Residency O Rumo Do Fumo.

Espaço da Penha
Travessa do Calado, 26 B, 1170- 068, Penha de França
13.08.18- Segunda/Monday
18h30

O Espaço da Penha abre portas na Segunda, dia 13 pelas 18:30 para as mostras informais das Residências Artísticas do Forum Dança e Rumo do Fumo. Entre a partilha informal dos processos artísticos em jogo, resta-se igual convite a uma pequena recepção (vinho, petisco, conversa) no Espaço depois das apresentações.

On Monday, August 13th- 18:30, Espaço da Penha opens its doors for the informal presentations of the artistic residencies taking place at Forum Dança and Rumo do Fumo. Between the informal sharing of the artistic processes in use, we also invite you to a small reception after the presentations.

“The Future Body At Work”: Frida Sandström and Kasia Wolińska. Curadoria/ Curatorship Sezen Tonguz.
+INFO: http://www.forumdanca.pt/nucleo/FutureBodyPT_ENG.pdf

In their ongoing collaboration, Kasia Wolinská and Frida Sandström focus on the intersection of practice and theory through, intertwined through movement and text as equal sources for learning, sharing and experience. In the workshop The Future Body at Work, developed at Forum Danca, practitioners of all fields were invited to a joint session of a movement and lecture, where the different registers of knowing and learning were mobilized.

Departing from the history of dance, and specifically the futurism of Isadora Duncan and the Dancing Plague phenomena in the 15th and 16th century, Wolinská and Sandström reflect and put into practice the socio-political potential of dancing bodies and aim at its full revival in the Now.

There are both bacteria and demons in our bodies.
It’s together with them that we rave.
We have always been raving, in the darkest caves and in the brightest sunlight.
Dancing, we give substance to what was previously unnamed and intangible.
Once in a while it’s good to shake it off.
Some people say that it’s like healing, that it is a transformation of traumas and limitations.
At its best, dance can transform what’s around us.
It is radiating, it brings about change.
Dance contains us at the moment when what’s within us outbursts into space.
– excerpt from “The Future Body at Work”

“Peer Pleasure – uma performance imersiva com espelhos” , de Nicola Carter com Miguel Pereira
+INFO: https://www.orumodofumo.com/pt/home

O que é a dor e o que é o prazer?
Como relacionar estes conceitos com a nossa identidade? Qual a sua relação com a publicidade/marketing? Com o capitalismo?
Os media reflectem as nossas vidas ou nós reflectimos os media?
De que forma os espelhos moldam o nosso discurso cultural?
TV e cultura cinematográfica.

What is pain and what is pleasure?
How to relate these concepts with our identity? What is their connection with publicity/marketing? With capitalism?
Do Media reflect our lives or do we reflect the Media?
In which way do mirrors shape our cultural discourse?
TV and cinematographic culture.

Only Fools and Horses, sitcom britânica de John Sullivan
https://www.youtube.com/watch?time_continue=3&v=GwLLb8kA-7w
“Deves ter passado um terço da tua vida a olhar para espelhos. Na memória mais antiga que tenho de ti, estás à frente de um espelho. Até ter quatro anos pensei que vocês eram gémeos.”
Rodney conversa com Del enquanto se prepara para um encontro.

Midnight Cowboy, livro de Leo Herlihy
https://www.youtube.com/watch?time_continue=2&v=MmgBOd02buc
“O Joe não conseguiu resistir a usar o espelho de uma forma peculiar. Afastou-se, preparou a sua expressão, a sua atitude, e depois virou-se para surpreender a sua imagem.
Ocorreu-lhe que estava a pensar sem a ajuda de um espelho e questionou-se se isso não era uma espécie de progresso.”
Encontrei alguém que tinha editado e compilado todas as sequências com espelhos de um dos meus filmes favoritos com um dos meus discos favoritos.

Nicola Carter é formada em Artes Contemporâneas e cruza fronteiras entre as artes sonora, visual, dança e performance: criou instalações, filmes e performances com apresentação em galerias, teatros, espaços públicos e centros de arte.
http://www.nicolacarterartist.com/

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