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A Ministra da Cultura, Dalila Rodrigues, defendeu esta sexta-feira a atribuição de um apoio financeiro anual fixo de cerca de 300 mil euros ao Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), equiparando-o a outras instituições culturais de referência como o Centro Cultural de Belém (CCB) ou a Casa da Música. A medida, segundo a governante, permitirá garantir a sustentabilidade e o dinamismo da oferta cultural da cidade minhota.
“Infelizmente, estamos em gestão, e eu não posso desenvolver o projeto. Mas a ideia é de que este Centro Internacional em Guimarães beneficie de um apoio anual fixo e que possa ser dinâmico no futuro, tal como as fundações sediadas no Porto e em Lisboa beneficiam”, afirmou a ministra aos jornalistas, durante uma visita à cidade.
O CIAJG, inaugurado em 2012 no âmbito da Guimarães Capital Europeia da Cultura, acolhe a coleção do artista José de Guimarães, composta por obras de arte africana, arte pré-colombiana, arte antiga chinesa, além de criações do próprio autor. A estrutura é gerida pela cooperativa A Oficina, também responsável por espaços como o Centro Cultural Vila Flor e a Casa da Memória.
A visita da ministra da Cultura coincidiu com a presença do ministro da Defesa, Nuno Melo, na assinatura de protocolos com a Câmara Municipal de Guimarães. Entre os acordos, destaca-se a reabilitação do Padrão de D. João I, vandalizado em agosto de 2024, cuja recuperação terá um custo estimado de 30 mil euros.
Além disso, foi assinado um memorando de entendimento entre o Ministério da Cultura e o município para a valorização do património histórico local. Este acordo prevê, em caráter urgente, a intervenção na Igreja de Santa Marinha da Costa, classificada como estando em “situação de emergência”.
“Em Santa Marinha da Costa haverá já uma intervenção através do Fundo de Salvaguarda do Património Cultural. A Igreja encontra-se numa situação de emergência. Deveria ter sido substituída a cobertura já na altura da intervenção do arquiteto Fernando Távora na pousada, mas a Igreja ficou para trás e não podia ter ficado”, lamentou Dalila Rodrigues.
A governante sublinhou ainda a importância de garantir que os legados das Capitais Europeias da Cultura — como o de Guimarães em 2012 e o de Évora em 2027 — sejam acompanhados de mecanismos de financiamento sustentáveis, capazes de assegurar a continuidade da programação cultural e artística no futuro.
Foto: © Vasco Célio
Notícia adaptada. Fonte: LUSA
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