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Sinopse
“Musseque”, de Fábio Januário, é um dos projetos vencedores da 2ª edição do Projeto CASA, uma iniciativa promovida pelo Centro Cultural Vila Flor/A Oficina, O Espaço do Tempo e o Cineteatro Louletano.
“Musseque”, antes de ser uma peça para quatro bailarinos (Fábio Januário, Selma Mylene, Xenos Palma e Elvis Carvalho), é casa, é encontro, é um estar. É de onde saíram há muito tempo e para onde voltam em memória, e em corpo, através do kuduro. Aos corpos pede-se o ritmo, a precisão, a resistência para que, na turbulência de uma guerra, se encontre um pedaço de liberdade. Durante a Guerra Civil de Angola, o Kuduro foi uma música e uma dança marginalizada por muitos, mas adorada pelo povo. Aos quatro intérpretes em palco pede-se agora a continuidade do que se viveu e sentiu, tornando numa dança do presente as vivências já passadas, mas não esquecidas. No palco revisitam-se as periferias de Luanda que são casa, os discursos que são revolução e os corpos que são resistência, num ritmo alucinante de movimentos que são resiliência de quem continua para lá da guerra.
Contactos
Nascida em 1989, A Oficina gere e programa o Centro Internacional das Artes José de Guimarães, o Centro Cultural Vila Flor com o seu Palácio do século XVIII, a Casa da Memória de Guimarães, o Centro de Criação de Candoso e a Black Box na Fábrica ASA, o Teatro Oficina e um serviço de Educação e Mediação Cultural. É responsável pela organização dos festivais GUIdance, Westway Lab, Festivais Gil Vicente, Manta e Guimarães Jazz. Na cidade faz a Feira de Artesanato e as Festas da Cidade e Gualterianas. A salvaguarda do Património e Artesanato manifesta-se ainda na Loja Oficina, e, desde há 30 anos, no seu nome social: Centro de Artes e Mesteres Tradicionais de Guimarães.
Este conjunto de equipamentos e projetos de programação e mediação cultural permite pensar A Oficina, mais do que um projeto de gestão e programação de eventos, como um verdadeiro instrumento de desenvolvimento cultural do território e, pela sua capacidade de intervenção, um parceiro das mais múltiplas dinâmicas artísticas e culturais locais, regionais, nacionais e internacionais, o círculo de uma nova centralidade cultural. Este novo ciclo assume-se assim como um momento de esclarecimento e aprofundamento dessa visão integrada e modificadora do projeto.
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