Allison Miller`s Boom Tic Boom

Quando:
17 de Novembro, 2017@9:30 pm_11:00 pm
2017-11-17T21:30:00+00:00
2017-11-17T23:00:00+00:00
Onde:
Centro Cultural Vila Flor
Av. Dom Afonso Henriques 701
4810-225 Guimarães
Portugal
Contacto:
Centro Cultural Vila Flor
253 424700

Guimarães Jazz 2017

Baterista de grande sensibilidade melódica e compositora talentosa com uma linguagem livre e flexível, próxima das correntes da improvisação, Allison Miller é uma das mais proeminentes figuras da cena jazzística nova-iorquina da última década.

A par de uma intensa atividade enquanto colaboradora de prestigiados músicos contemporâneos, tais como Ani DiFranco, Natalie Merchant, Ben Goldberg e Marty Ehrlich, entre outros, Miller apresenta já um relevante currículo enquanto líder, sobretudo no contexto do grupo Boom Tic Boom, com o qual atuará na edição deste ano do Guimarães Jazz. A estreia discográfica dos Boom Tic Boom deu-se com o álbum homónimo, editado em 2010 e composto quase exclusivamente por composições originais de Allison Miller. Posteriormente, a banda lançou um segundo registo de estúdio (No Morphine, No Lilies, de 2013), com a mesma formação original mas agora contando também com a participação de alguns músicos notáveis como o trompetista Steve Bernstein e o violoncelista Erik Friedlander, no qual se nota uma maior ambição orquestral. Em 2016, foi publicado o álbum Otis Was a Polar Bear, o qual constituirá o foco principal de atenção do concerto que o grupo protagonizará no Guimarães Jazz, onde Allison Miller se apresentará acompanhada de Myra Melford, do contrabaixista Thommy Andersson (em substituição do contrabaixista original, Todd Sickafoose), do violinista Charles Burnham (em substituição de Jenny Scheinman) e dos dois mais recentes membros desta formação: o cornetista Kirk Knuffke e o clarinetista Ben Goldberg, dois dos mais extraordinários instrumentistas do jazz atual. Desta formação, composta por notáveis músicos, é legítimo esperar uma música vital e pulsante na qual as composições de Miller e a improvisação confluem harmoniosamente e desafiam os limites das convenções modernas sobre o que é ou o que pode ser o jazz hoje, no instável território da modernidade.

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