Elizabeth Costello

Quando:
20 de Janeiro, 2018@7:00 pm_8:30 pm
2018-01-20T19:00:00+00:00
2018-01-20T20:30:00+00:00
Onde:
Teatro Nacional São João
Praça da Batalha
4000-101 Porto
Portugal
Contacto:
Teatro Nacional São João
800 108 675

“Sou escritora. Talvez não me conheçam aqui, mas escrevo, ou escrevi, sob o nome de Elizabeth Costello.” Elizabeth está no limiar da “grande porta”, quer passar “para o que vem depois”, mas terá de enfrentar primeiro um tribunal que parece saído de Kafka – um tribunal do paradoxo. Alguém chamou a Elizabeth Costello (2003), de John Maxwell Coetzee, Prémio Nobel da Literatura, um “romance disfarçado de digressões”, querendo com isto dizer que estamos perante uma obra inclassificável, que desafia as fronteiras do ensaio e da ficção. Cristina Carvalhal desvia-a para cena, ela que tem vindo a adaptar e encenar textos que não foram escritos para teatro, como Cândido de Voltaire, Cosmos de Witold Gombrowicz ou A Erva Vermelha de Boris Vian. Agora num palco perto de nós, Elizabeth, aquela que se apresenta como uma “negociante de ficções” ou “secretária do invisível”, confronta-nos com as suas crenças e discute com outras personagens “ideias polémicas”, como a essência de Deus e o silêncio dos animais, o Holocausto nazi e o vegetarianismo, o amor e o mal. “Acredita na vida?”, pergunta-lhe um juiz no tribunal. “Acredito em tudo o que não se dá ao trabalho de acreditar em mim”, responde Elizabeth Costello.

de
J.M. Coetzee

tradução
Maria João Delgado (Leya)

dramaturgia
Alexandre Andrade, Cristina Carvalhal

direção artística e encenação
Cristina Carvalhal

cenografia e figurinos
Ana Limpinho

desenho de luz
José Álvaro Correia

desenho de som
Sérgio Delgado

produção
Bruno Reis

interpretação
Bernardo de Almeida, Cucha Carvalheiro, Luís Gaspar, Rita Calçada Bastos, Sílvia Filipe

coprodução
Causas Comuns, Culturgest, TNSJ

estreia13Dez2017 Culturgest (Lisboa)

dur. aprox.
1:40

M/14 anos

Língua Gestual Portuguesa
28 jan dom 16:00

Deixa o teu Comentário

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.