Woe

Quando:
27 de Fevereiro, 2014@9:30 pm_11:00 pm
2014-02-27T21:30:00+00:00
2014-02-27T23:00:00+00:00
Onde:
Teatro Maria Matos
Avenida Frei Miguel Contreiras 52
1700 Lisboa
Portugal
Custo:
14€ / 7€ | Menores de 30 anos 5€
Contacto:
Teatro Maria Matos
218 438 801
woeA palavra inglesa woe significa aflição, angústia, mágoa. Três adolescentes estão no palco, perto dos espectadores. Procuram palavras na tentativa de contar uma história e guiam o público através das memórias da sua própria juventude.
Progressivamente, imagens de uma infância normal são substituídas por outras que evocam sentimentos de solidão e impotência. Enquanto os atores partilham emoções e memórias de abandono e violência, a atenção vai-se centrando em tentativas de colocar em palavras essas dolorosas experiências. Até que ponto conseguimos abordar e compreender a experiência de uma infância marcada pela violência? Woe é um espetáculo íntimo sobre o poder e os limites da empatia e a coragem de olhar profundamente para o interior de cada um.
Edit Kaldor, voz singular do teatro contemporâneo, oriunda da Hungria e residente em Amesterdão, regressa ao Teatro Maria Matos depois de aqui ter estreado o espetáculo C’est du Chinois, na edição de 2010 do Alkantara festival.

conceito e encenação: Edit Kaldor interpretação: David de Lange, Tirza Gevers e Kobbe Koopman texto: Edit Kaldor, Karmenlara Ely e intérpretes assistência à dramaturgia: Camilla Eeg-Tverbakk e Nicola Uuger assistência à encenação: Annefleur Schep luz: Jan Fedinger
técnica: Iugeborg Slaats consultoria: Rob de Graaf, Nicola Unger consultoria para hard/software: Tony Schuite gestão: Anneke Tonen produção: Stichting Kata/Edit Kaldor coprodução: Hebbel am Ufer, Maria Matos Teatro Municipal e STUK apoios: Performing Arts Fund NL, Amsterdam Arts Fund e SNS Reaal Fund imagem: © Pepijn Lutgerink

uma coprodução House on Fire, com o apoio do Programa Cultura da União Europeia
Edit Kaldor é reconhecida internacionalmente como uma voz única na paisagem teatral contemporânea. No seu trabalho mistura elementos documentais e ficcionais e trabalha frequentemente com atores não-profissionais. Os seus espetáculos tendem a integrar o uso de vários meios digitais de forma sofisticada ainda que direta. Kaldor nasceu em Budapeste e imigrou ainda criança para os Estados Unidos, onde viveria durante dez anos antes de se mudar novamente para a Europa. Estudou Literatura Inglesa e Teatro na Universidade de Colúmbia em Nova Iorque e no University College em Londres, e trabalhou durante anos enquanto dramaturgista e videasta com Peter Halasz (Squat Theater/Love Theater, Nova Iorque), colaborando em inúmeros espetáculos e argumentos cinematográficos. Depois de se inscrever no DasArts (o centro de pós-graduação em artes performativas de Amesterdão), começou a fazer os seus próprios espetáculos, que rapidamente receberam reconhecimento internacional. Atualmente vive e trabalha em Amesterdão, escrevendo e dirigindo peças que alargam consideravelmente as fronteiras das convenções teatrais, como Or Press Escape (2002), New Game (2004), Drama (2005), Point Blank (2007), C’est du chinois (2010), WORK (2011) e One Hour (2012). Os seus espetáculos foram apresentados por toda a Europa, América do Norte e do Sul e Ásia.

 

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