quantas voltas na mão de uma criança…

Por Ondjaki

às vezes o poema quer visitar e saltita; brinca entre os dedos da areia, vira o vento para brincar de canoa invisível; muda o corpo dos aromas e as rosas e as mangas, descontroladas, sorriem.

às vezes o poema quer desdobrar-se, ganha terreno à música, dá a volta ao mundo e volta a casa: mas de cabeça para baixo…

ondjaki (luanda/angola). escreve para contar, e às vezes sonha poemas.
gosta de lesmas, borboletas e do sal dos sonhos.

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